Assista ao I Simpósio Mineiro sobre Neurodiversidade Transtorno do Espectro Autista

Não deixe de assistir à integra do vídeo do I Simpósio Mineiro sobre Neurodiversidade Transtorno do Espectro Autista que aconteceu no dia 22 de outubro. Totalmente virtual, o evento contou com participação de psiquiatras e pessoas envolvidas diretamente com o tema. O simpósio foi realizado pela Associação Mineira de Psiquiatria e é mais um evento no importante calendário da entidade. Ele contou com a coordenação da médica Kize Quintela e dos psiquiatras Alan Saiter e Silvia Sales.

A primeira parte do simpósio contou com a participação do psiquiatra Antônio Alvim que falou sobre os conceitos da Neurodiversidade e como essas compreensões envolvem e afetam os tratamentos do autismo.  A seguir o psicólogo Victor Polignano apontou para a importância do diagnóstico no tratamento do autista e como isso afeta todo o processo do paciente. Para fechar a primeira parte do evento a advogada e presidente da Asa-Tea MG Associação da Síndrome de Asperger, Cynthia Lima Prata Abi Habib falou sobre como ser mãe de autistas e qual o papel do poder público, ONGs e pessoas para a construções de políticas que auxiliem pacientes e familiares no tratamento do autismo.

A segunda parte do simpósio teve a presença do psiquiatra Paulo Brasil que falou as nomenclaturas que envolvem a CID 10, “Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde”, a importância dos Especificadores de diagnóstico e como eles interferem nos tratamentos. Logo a seguir a médica Christiane Ribeiro aponta para o diagnóstico diferencial e as sobreposições de sintomas que podem envolver o Autismo. Para fechar este momento, o evento contou co a participação do psiquiatra Felipe Freitas que apontou para os riscos e os números de suicídio nos casos de autismo.

Na terceira e última parte o simpósio contou com a mesa Transtorno do Espectro Autista nas fases da vida com a presença da médica Kize Quintela e dos psiquiatras Alexandre Hatem e Rodrigo Nicolato. Nesse momento houve a oportunidade de se discutir a o autismo na infância, o autismo no adulto e a importância do diagnóstico e a qualidade de vida e autismo e idosos.

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