Hospital Galba Velloso não será fechado

O Hospital Galba Velloso está parcialmente fechado para atendimento a pacientes com sofrimento mental desde o último dia 24 de março. Na época, o governo estadual, por meio da Fhemig, desativou o hospital para que seus leitos fossem realocados para atendimento às necessidades da pandemia Covid-19.

Como funcionários, pacientes e parentes foram pegos de surpresa e o fechamento do hospital significaria uma perda no tratamento destes pacientes, colocando-os em risco até mesmo diante à pandemia, foi criada uma comissão de funcionários para tentar uma interlocução com o governo. Várias cartas foram enviadas para o governador e à Fhemig e diversos contatos com políticos para interceder junto ao Estado.

Finalmente, no dia 11 de maio foi realizada uma videoconferência com o presidente da Fhemig, Fábio Baccharetti Vitor e a Comissão de Funcionários do HGV, o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais e a intermediação do deputado estadual Dr. Jean Freire.

Para a Comissão e o deputado, o resultado da reunião foi bastante positivo porque o  presidente da Fhemig deixou claro que a desativação é apenas temporária, com o retorno pleno do HGV às suas atividades normais, assim que passar a pandemia. Uma outra informação promissora é que ficarão disponibilizados no hospital 20 leitos para os pacientes com necessidades mentais, caso haja saturação de vagas no Hospital Raul Soares, onde deverão ser garantidas  pelo menos 65 vagas oriundas do HGV. O governo estudará, ainda a proposta da comissão de disponibilizar no espaço físico do Galba, 65 leitos psiquiátricos, concomitantemente aos 200 leitos clínicos necessários e definidos no Plano de Capacidade Plena Hospitalar em resposta à Pandemia Covid-19.

Participaram da reunião: Fábio Baccharetti Vitor (Presidente Fhemig,Dr. Jean Freire (deputado estadual), Cristiano Tulio Maciel Albuquerque (SINMED-MG), Paula Aparecida Gomes (psiquiatra), Maria Laura Oliveira (enfermeira), Ana Carolina Figueiredo Correia (psiquiatra),  André Luiz Nunes (psiquiatra) e Bruno Couto Moreira (psiquiatra.)

Clique aqui e veja a participação do presidente da Fhemig.

 

 

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