Tratato de suicidologia e obras de Carlos Bracher abrem Setembro Amarelo em Belo Horizonte

Com a presença de diversos profissionais da saúde mental, o presidente da Associação Mineira de Psiquiatria, Humberto Corrêa, lançou o livro “Tratado de suicidologia”(Editora Ampla), no  dia 1º de setembro, quinta-feira, às 19 horas, na Galeria de Artes do Centro de Convenções da Associação Médica de Minas Gerais, quando foi aberta oficialmente a Campanha do Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção do suicídio. Na oportunidade, foi aberta também a exposição do premiado artista plástico Carlos Bracher,  com algumas de suas emblemáticas telas.

O suicídio necessita ser considerado pelas autoridades da saúde no Brasil como um dos principais problemas em saúde pública na atualidade. Compreender um fenômeno tão complexo requer a integração de conhecimentos vindo das mais diversas áreas de atuação. A Suicidiologia é a área interdisciplinar que congrega esforços de psiquiatras, médicos de outras especialidades, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, economistas, entre outros.  Daí a importância dessa abrangente obra que congrega, em 54 capítulos, contribuições de profissionais de diversas áreas do conhecimento. Dividido em três partes, o livro aborda questões conceituais, médicas, epidemiológicas e psicossociais relacionadas ao suicídio.

Carlos Bracher

Carlos Bracher é um desenhista, pintor e escultor mineiro natural de Juiz de Fora. Desde criança mostrou talento para as artes plásticas, tendo frequentado a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras em sua cidade natal, no ano de 1959. Mudando-se para Belo Horizonte com o objetivo de  aperfeiçoar seus estudos, foi aluno de Fayga Ostrower na UFMG, tendo também  aprendido técnicas de mural e mosaico com Inimá de Paula, na Escola Municipal de Belas Artes. Morou na Europa, onde participou de diversas exposições individuais e coletivas, além de um sem número delas no Brasil.

Voltando, fixou moradia em Ouro Preto, de onde tirou inspiração para inúmeros quadros com pinturas de pinceladas dramáticas, com cores densas e firmes. Capaz de pintar um quadro em poucos minutos, ao longo de mais de setenta anos de arte, Bracher passou por várias fases, do expressionismo ao cubismo. Suas obras são impressionantes, principalmente aquelas que retratam a arquitetura barroca mineira.

 

 

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